Fisioterapia Pélvica em São Paulo

O que é fisioterapia pélvica? É a área da fisioterapia que cuida do assoalho pélvico. Quando esses músculos perdem força ou coordenação, o corpo avisa: escape de urina ao tossir, rir ou treinar (incontinência urinária), dor na relação sexual, a barriga que não volta depois da gestação (diástase abdominal), sensação de peso ou de bola na vagina (prolapso), intestino preso e dores pélvicas que ninguém consegue explicar. A fisioterapia pélvica também prepara o corpo para o parto e organiza a recuperação no pós-parto. O tratamento é individual e tudo começa com uma avaliação detalhada. São utilizados exercícios específicos, terapias manuais e recursos como biofeedback e eletroestimulação. O tratamento é conduzido por fisioterapeutas especializadas na área. A avaliação é o momento mais importante pois é quando entenderemos o seu caso antes de propor qualquer conduta. Após a avaliação, você recebe seu Plano de Tratamento personalizado.

Agendar avaliação pelo WhatsApplogo do whatsapp

Condições tratadas pela fisioterapia pélvica

Gestação e pós-parto

Gestação e Pós-Parto

Durante a gestação, a Fisioterapia tem como objetivo manter a qualidade de vida da gestante e preparar seu corpo para as alterações futuras, prevenindo as disfunções mais comuns, como as dores na coluna, a diástase abdominal e a incontinência urinária. O trabalho visa também favorecer uma melhor recuperação no período do pós-parto, independente da via (vaginal ou cesárea). Atuamos, também, mais especificamente no preparo corporal para o parto normal, através de técnicas e exercícios que facilitarão o processo e irão garantir um melhor desfecho para a saúde materna.

No pós-parto, favorecemos principalmente a recuperação do assoalho pélvico e da musculatura abdominal e aliviamos os desconfortos físicos que podem aparecer em decorrência dos cuidados com o bebê. O objetivo é garantir que a mulher possa executar todas as suas tarefas diárias e retornar à prática de exercícios físicos com segurança.

Diástase Abdominal

A diástase abdominal é uma condição na qual os feixes do músculo reto abdominal afastam-se em decorrência do crescimento da barriga. Essa condição é fisiológica, ou seja, faz parte das alterações gestacionais. No entanto, uma diástase não tratada pode trazer outros comprometimentos à saúde, como dores e problemas de coluna e hérnias. Além disso, está relacionada também ao aparecimento de disfunções pélvicas, como a incontinência urinária e os prolapsos. Portanto, é extremamente importante que a mulher seja avaliada e receba orientações acerca dos cuidados diários e exercícios corretos para favorecer a recuperação da função dos músculos abdominais. A fisioterapia pélvica atua através de orientações, exercícios e técnicas direcionadas para esse objetivo.

Perdas urinárias

Incontinência Urinária de Esforço

Incontinência urinária caracteriza-se por qualquer perda involuntária de urina e afeta mais de 50% das mulheres idosas. A incontinência urinária de esforço é aquela perda urinária em momentos de aumento da pressão abdominal, como na tosse, no espirro, na gargalhada ou durante a prática de exercícios físicos. O tratamento fisioterapêutico visa reeducar a musculatura do assoalho pélvico através de recursos específicos, como exercícios (cinesioterapia), eletroestimulação, biofeedback, entre outros, além de orientar sobre mudanças nos hábitos diários e incentivar a adoção de um estilo de vida mais saudável.

Incontinência Urinária Mista

São as perdas involuntárias de urina que envolvem a combinação dos dois tipos: urgência e esforço. Os sintomas podem ser variados e incluem a perda de urina ao tossir ou espirrar (incontinência de esforço) e também a urgência urinária com perda de urina antes de chegar ao banheiro (incontinência de urgência). O tratamento fisioterapêutico visa reeducar a musculatura do assoalho pélvico através de recursos específicos, como exercícios (cinesioterapia), eletroestimulação, biofeedback, entre outros, além de orientar sobre mudanças nos hábitos diários e incentivar a adoção de um estilo de vida mais saudável.

Incontinência Urinária de Urgência

A incontinência urinária de urgência caracteriza-se pela perda involuntária de urina acompanhada de um desejo súbito e incontrolável de urinar. A urgência geralmente é resultado de uma hiperatividade do músculo detrusor (músculo da bexiga). Essa situação normalmente é acompanhada pelo aumento da frequência miccional. O tratamento fisioterapêutico visa reeducar a musculatura do assoalho pélvico através de recursos específicos, como exercícios (cinesioterapia), eletroestimulação, biofeedback, entre outros, além de orientar sobre mudanças nos hábitos diários e incentivar a adoção de um estilo de vida mais saudável.

Incontinência Pós-Prostatectomia

Pessoas que passam por procedimentos cirúrgicos envolvendo a retirada da próstata (por exemplo, no tratamento do câncer de próstata ou hiperplasia prostática benigna), podem apresentar sintomas após o procedimento, como é o caso da perda involuntária de urina. Nesses casos, o paciente passa por uma avaliação detalhada e a Fisioterapia visará reeducar a musculatura do assoalho pélvico através de recursos específicos, como exercícios (cinesioterapia), eletroestimulação, biofeedback, entre outros, além de orientar sobre mudanças nos hábitos diários e incentivar a adoção de um estilo de vida mais saudável.

Funcionamento da bexiga

Bexiga Hiperativa / Hiperatividade do Detrusor

É uma condição que está ligada ao surgimento da necessidade súbita e urgente de urinar e também a um aumento da frequência urinária ao longo do dia e durante a noite. Em muitos casos, está associada à incontinência urinária. A Fisioterapia utiliza recursos para tentar normalizar o funcionamento da bexiga, reeducar os músculos do assoalho pélvico e melhorar os hábitos diários que possam intensificar os sintomas.

Síndrome da Bexiga Dolorosa / Cistite Intersticial

É uma inflamação crônica da parede da bexiga que leva a dor pélvica, urgência miccional, aumento da frequência urinária e noctúria, na ausência de outras causas identificáveis. Alguns dos fatores desencadeantes podem ser o stresse, hábitos alimentares (bebidas alcoólicas, bebidas e alimentos contendo cafeína, alimentos apimentados ou cítricos, refrigerantes, soja), cigarro e relações sexuais. O tratamento demanda bastante disciplina e paciência e é sempre multidisciplinar, com Fisioterapia, psicoterapia, prática de exercícios físicos e medicamentos. A Fisioterapia utiliza diversas técnicas para alívio da dor, além de exercícios e orientações.

Sustentação dos órgãos

Prolapsos de Órgãos Pélvicos (“Bexiga caída”)

Os prolapsos consistem em uma saliência ou protrusão dos órgãos pélvicos (a bexiga, o útero ou o reto) para dentro da vagina, ou seja, esses órgãos perdem a sua sustentação e acabam mudando para uma posição diferente da original. Isso pode ocorrer por conta do envelhecimento, fraqueza dos músculos do assoalho pélvico, gestação, parto, obesidade, tabagismo, tosse crônica, atividades de alto impacto e até mesmo por fatores genéticos. Nesses casos, a Fisioterapia consiste num tratamento conservador e atua reeducando e fortalecendo os músculos do assoalho pélvico com o objetivo de melhorar o suporte oferecido a esses órgãos, evitando que o quadro piore.

Flatos Vaginais / Flacidez Vaginal

Os flatos vaginais são caracterizados pela saída de ar do canal vaginal, ocasionando um ruído semelhante a uma flatulência comum. Podem ocorrer durante a atividade sexual, mudanças de posição ou prática de atividade física. Na maioria das vezes, os flatos vaginais são um evento natural e não trazem malefícios à saúde. Porém, quando muito frequente, além de causar constrangimento, os flatos vaginais podem indicar fraqueza dos músculos do assoalho pélvico. Neste caso, é importante realizar o tratamento junto a um Fisioterapeuta Pélvico, não só para tratar os flatos vaginais, mas também para prevenir outras complicações, como incontinência urinária e prolapso dos órgãos pélvicos. O tratamento visa, principalmente, o fortalecimento dos músculos do assoalho pélvico através dos exercícios de kegel, eletroterapia, biofeedback e cones vaginais.

Dor e função sexual

Vaginismo

O vaginismo é uma disfunção sexual na mulher que ocasiona dor na penetração vaginal. Trata-se de uma contração involuntária dos músculos do assoalho pélvico ao tentar a penetração vaginal, por exemplo, com o pênis, o dedo, o tampão ou o espéculo. Sua intensidade pode variar de ligeira, tolerando algum tipo de penetração, a grave, impossibilitando qualquer penetração. A contração dos músculos do assoalho pélvico acontece como um ciclo: a dor na relação gera mais contração, que gera mais dor e mais recusa em ter a relação. Em muitos casos, só de imaginar em ter relação sexual, a mulher pode contrair a musculatura e sentir dor. Por isso, a avaliação e o tratamento por uma equipe multidisciplinar são de extrema importância. O tratamento envolve, geralmente, o ginecologista especializado em sexualidade, o psicólogo e o fisioterapeuta especialista. Alguns dos recursos de fisioterapia são técnicas de terapia manual, dessensibilização associada ao uso de dilatadores, respiração diafragmática, exercícios para o assoalho pélvico, diferentes modalidades de estimulação elétrica e termoterapia.

Dor Pélvica Crônica / Endometriose

A Dor Pélvica Crônica é uma dor persistente na região inferior do abdômen ou da pelve, com duração de pelo menos seis meses e que interfere nas atividades do dia a dia. A causa da Dor Pélvica Crônica não é bem definida, podendo incluir problemas ginecológicos, como a endometriose, problemas gastrintestinais, urinários, musculoesquelético, neurológico e até mesmo psicológico. A fisioterapia pélvica atua no reequilíbrio do sistema musculoesquelético global, envolvendo músculos posturais, e na função dos músculos e órgãos pélvicos, auxiliando na redução da dor.

Vulvodínia

É um desconforto vulvar, na maioria das vezes descrito como dor em queimação, que ocorre na ausência de achados visíveis específicos, clinicamente identificáveis ou de distúrbio neurológico. É uma dor vulvar com pelo menos 3 meses de duração, sem uma causa identificável. O diagnóstico é difícil e deve ser feito através da exclusão de outros distúrbios. A dor pode ser generalizada ou em um local mais específico da vulva e pode ser provocada (ao toque, por exemplo) ou espontânea. Apesar de não possuir uma causa definida, pode estar associada a infecções urinárias ou vaginais de repetição, traumas na região genital, genética ou alergias. O tratamento é multidisciplinar, com médico ginecologista, nutricionista, psicólogo e fisioterapeuta. A Fisioterapia utiliza os recursos físicos para aliviar a dor e dessensibilizar a região, evitando recidivas, além de orientações.

Dismenorréia / Cólica menstrual

É a dor pélvica associada à menstruação (cólica menstrual) comum na adolescência e pode vir acompanhada de outras manifestações como lombalgia, fadiga, náuseas, dor de cabeça, entre outros. A fisioterapia pélvica irá atuar no alívio e controle da dor por meio de recursos eletroterapêuticos e de um programa de exercícios direcionado. A acupuntura é outro ótimo recurso para a melhora da dor.

Intestino e outros

Incontinência Anal (fezes ou flatos)

A incontinência anal é uma condição em que uma pessoa não consegue controlar a eliminação de gases e/ou fezes pelo ânus. A incontinência fecal, por sua vez, é uma forma específica de incontinência anal que se refere à incapacidade de controlar a eliminação de fezes, independentemente de sua consistência. Existem várias causas possíveis para a incontinência anal, incluindo fraqueza dos músculos do esfíncter anal, lesões neurológicas, cirurgias, doenças intestinais, entre outras. É uma condição que pode causar desconforto e constrangimento significativos, sendo necessário um tratamento específico que pode incluir exercícios para fortalecer os músculos do assoalho pélvico, eletroterapia, biofeedback anorretal e terapia comportamental.

Redesignação sexual

Pessoas transgênero que passam pela cirurgia de redesignação sexual podem ser atendidas pela Fisioterapia Pélvica com o objetivo de reeducar ou recuperar as funções de toda a região pélvica. Utilizamos técnicas direcionadas ao tratamento das disfunções do assoalho pélvico, para adequação da musculatura pélvica à sua nova inserção e à nova função, orientações e exercícios para manutenção do canal vaginal, além de promover o incremento funcional e/ou minimizar as queixas relacionadas às consequências do pós-operatório.

Constipação Intestinal / Anismo

A constipação intestinal, também conhecida como "prisão de ventre", é uma condição em que ocorre dificuldade em evacuar regularmente, com fezes duras e evacuações infrequentes. A constipação intestinal pode ser acompanhada de sintomas, como esforço excessivo para evacuar, sensação de evacuação incompleta, desconforto abdominal e, em alguns casos, dor. A longo prazo, pode causar danos e enfraquecimento dos músculos do assoalho pélvico.

Anismo é uma condição em que os músculos do assoalho pélvico não relaxam adequadamente durante uma evacuação, tornando difícil ou impossível a passagem das fezes. Isso pode levar a problemas de constipação crônica.

Se alguém sofre de constipação crônica ou persistente, é importante procurar um profissional especializado para avaliação e tratamento adequado, a fim de evitar complicações e melhorar a qualidade de vida. O tratamento inclui treino de coordenação e relaxamento dos músculos do assoalho pélvico, além de mudanças comportamentais.

Como funciona o atendimento

O atendimento começa com uma avaliação detalhada, feita por uma fisioterapeuta especializada em saúde pélvica. Nessa consulta inicial, entendemos sua queixa, sua história e realizamos um exame físico completo antes de propor qualquer conduta. A partir disso, você recebe um Plano de Tratamento personalizado, detalhando a sua jornada terapêutica. Garantimos um atendimento cuidadoso e resolutivo, do início ao fim do tratamento.

Veja como funciona o atendimento
Atendimento empático e escuta ativa

Conheça nossa equipe

foto da dra. Juliana de Sá

Dra.Juliana de Sá

Fisioterapeuta especializada em Saúde da Mulher e Instrutora do Método Pilates

CREFITO-3/226407-F

Dra. Juliana de Sá

foto da dra. Laura Noronha

Dra.Laura Noronha

Fisioterapeuta especializada em Saúde da Mulher e Terapia do Movimento

CREFITO-3/309697-F

Dra. Laura Noronha

foto da dra. Leila Cristina

Dra.Leila Cristina

Fisioterapeuta especializada em Saúde da Mulher

CREFITO-3/322756-F

Dra. Leila Cristina

foto da dra. Cibele Ferrari

Dra.Cibele Ferrari

Fisioterapeuta Acupunturista especializada em Saúde da Mulher e Gestantes

CREFITO-3/111858-F

Dra. Cibele Ferrari

foto da dra. Thipphane Yuka

Dra.Thipphane Yuka

Fisioterapeuta e Massoterapeuta

CREFITO-3/439481-F

Dra. Thipphane Yuka

foto da dra. Isadora Savi

Dra.Isadora Savi

Fisioterapeuta especializada em Saúde Pélvica e Obstétrica

CREFITO-3/402185-F

Dra. Isadora Savi

Saiba mais sobre a PELVIE
Tire suas dúvidas

Perguntas frequentes

Como é feita a fisioterapia pélvica? O atendimento é invasivo?

Tirar essa dúvida no WhatsApp

Tudo começa pela avaliação. A fisioterapeuta conversa com você sobre a sua queixa, avalia postura, respiração e a musculatura abdominal, e examina o assoalho pélvico. É necessário avaliar a musculatura internamente para que possamos entender o tônus, grau de força, coordenação e pontos dolorosos na região. Essa avaliação é explicada antes e só acontece com a sua autorização e no seu ritmo — você pode pedir para interromper a qualquer momento. A avaliação fisioterapêutica é imprescindível pois somente com uma avaliação detalhada é que podemos montar o melhor Plano de Tratamento para você. Nas sessões seguintes são usados exercícios específicos, terapias manuais e recursos como biofeedback e eletroestimulação. O atendimento é sempre individual, com total privacidade, com uma fisioterapeuta especializada na área. Vamos progredindo e ajustando o tratamento de acordo com a evolução.

A fisioterapia pélvica dói?

Tirar essa dúvida no WhatsApp

Não deve doer. Boa parte das mulheres que chegam até a PELVIE vem justamente por causa de dor — dor na relação sexual, vaginismo, dor pélvica crônica, endometriose. Nesses casos o tratamento começa devagar, com técnicas de dessensibilização e liberação da musculatura, e cada etapa avança no ritmo que você definir. Se algum movimento incomodar, é só avisar: a conduta é ajustada na hora. Um desconforto em algumas técnicas manuais pode acontecer; dor, não.

Quantas sessões de fisioterapia pélvica são necessárias?

Perguntar sobre o meu caso no WhatsApp

Depende do seu caso, e é exatamente isso que a avaliação responde. Na prática, a maior parte dos tratamentos aqui fica entre 8 e 12 sessões, podendo ser uma ou duas vezes por semana. Gestantes costumam fazer de 6 a 15 sessões, porque o plano acompanha as semanas de gestação até o parto e a frequência depende das queixas e objetivos, podendo ser mais espaçadas no começo e intensificando mais no final. Após a avaliação você recebe o seu Plano de Tratamento personalizado, por escrito, detalhando sua jornada, com número de sessões e o tempo previsto.

Quanto custa a fisioterapia pélvica?

O valor depende de quantas sessões o seu caso precisa, e é exatamente isso que a avaliação define. Nela a fisioterapeuta examina o seu caso e monta o seu Plano de Tratamento. Você receberá por escrito o número de sessões e o tempo previsto, bem como o valor fechado do plano e as condições de pagamento, antes de decidir qualquer coisa. Nada é cobrado por fora e não há surpresas depois. E se você quiser os valores agora, antes mesmo de agendar, é só chamar no WhatsApp: a nossa equipe passa a referência completa na hora, sem enrolação.

Consultar valores no WhatsApp

A PELVIE atende convênio?

Falar sobre reembolso no WhatsApp

O atendimento é particular e não somos credenciadas a convênios. O que fazemos é dar todo o suporte ao pedido de reembolso: emitimos nota fiscal com os dados que a operadora exige, fornecemos relatório da fisioterapeuta e já somos devidamente cadastradas no CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde). Orientamos em todas as etapas. Quanto cada plano devolve varia de contrato para contrato — quem define isso é a sua operadora, não a clínica. Antes de agendar, podemos explicar quais documentos você vai precisar reunir e é possível solicitar uma prévia do reembolso, basta pedir um orçamento.

Preciso de encaminhamento médico para fazer fisioterapia pélvica?

Tirar essa dúvida no WhatsApp

Não. A fisioterapia tem acesso direto: você pode agendar a sua avaliação sem passar por um médico antes. O encaminhamento com CID só é necessário se você quiser pedir reembolso ao convênio — nesse caso, vale pedir ao seu ginecologista, urologista, proctologista ou obstetra. Se você já tem exames, laudos ou um ultrassom recente, traga na avaliação: ajudam, mas não são obrigatórios.

A Fisioterapia Pélvica é somente para quem quer parto normal?

Perguntar sobre a gestação no WhatsApp

Não. A Fisioterapia Pélvica é muito importante durante toda a gestação, independentemente da via de parto escolhida ou indicada. Mesmo quando a cesárea está planejada, a gestação continua provocando alterações no assoalho pélvico, no abdômen, na postura e na dinâmica da pelve. A fisioterapia atua no controle de sintomas como perda de urina ou dores na lombar/pelve além de garantir o acompanhamento no pós parto, orientando a mulher sobre movimentos, respiração, cuidados com o corpo e estratégias para o retorno seguro aos exercícios físicos após o nascimento do bebê.

Se você chegou até aqui procurando “fisioterapia pélvica perto de mim”, estamos no Brooklin, em São Paulo — confira o endereço completo, o mapa e o link “Como chegar” logo abaixo.

Localização acessível

Venha nos fazer uma visita!

Endereço

Rua James Watt, 142, Sala 42 — Cidade Monções (Brooklin), São Paulo/SP — CEP 04576-050

A 3 minutos da estação Chucri Zaidan e a 15 minutos da estação Berrini.

Como chegar
logo da pelvie

Agende sua avaliação de fisioterapia pélvica!